You must have a verified account to send a message to a user not on your friend list. To verify your account, please check your email and follow the directions listed.
Would you like to be resent this verification email?
Invia messaggio
Invia a:
Messaggio:
0 / caratteri usati
Regalo:
( cr) da
( cr) da
( cr)
*Scegli il prodotto OPPURE la musica da inviare come regalo
Prodotto regalo:
Carta regalo:
N.B.: I regali possono essere acquistati solo con credits.
NUOVO!Consegna:
Resetta la lista regali: Per rimuovere definitivamente i tuoi prodotti dalla lista dei regali per favore Clicca qui
É verdade! — nervoso — muito, muito horrivelmente nervoso eu tinha sido e sou;
mas por que afirmam que estou louco? A doença aguçou meus sentidos — não destruiu —
não embotou nenhum deles. Acima de tudo, estava apurado meu sentido de audição.
Eu ouvi todas as coisas no céu e na terra. Eu ouvi muitas coisas no inferno.
Como, então, estou louco? Atenção! E observem com que sanidade, com que calma
eu posso contar toda a história.
Era impossível dizer como a ideia entrou primeiro em meu cérebro; mas uma vez concebida,
perseguiu-me dia e noite. Objetivo não tinha. Paixão não tinha. Eu amava o velho.
Ele jamais me fizera mal algum. Jamais me ofendera. Eu não ambicionava o seu ouro.
Penso que foi o seu olho! Um de seus olhos parecia o de um abutre — um olho azul pálido,
velado por uma película. Sempre que caía sobre mim, meu sangue gelava; e então,
gradual e muito vagarosamente, eu fazia o possível para tirar a vida do velho,
e assim livrar-me para sempre daquele olho.